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domingo, 16 de março de 2008

Os Encontros Frustrados do Rodrigo, pt.2

Quanto tempo, garotada!
Então, me contem as novidades. Como foram de ano novo (espero que não tenham comido algo ruim no almoço do dia 31 e tenham passado a virada do ano vomitando em casa sozinhos!)?
E o carnaval de vocês (tomaara que a chuva e uma possível falta de dinheiro não tenham feito vocês ficarem em casa!)? Já voltaram as aulas (e já estão começando a se desesperar com certas disciplinas?)? E o emprego (que emprego?), como anda?

Ah, que bom!

Comigo as coisas continuam bem cofcofcofcof, e eu só não postei antes porque esqueci meu computador deu pau desculpa clássica.
Mas tudo bem, estou aqui agora e tenho novidades!

Lembram do meu projeto de seriado, que eu ia vender pra emissora que pagasse mais respeitasse mais a idéia original? Então, duas grandes emissoras se interessaram pelo projeto, mas elas pediram uma descrição melhor e mais exemplos de personagens. Essas coisas de praxe, né. Prometi a eles que colocaria as descrições aqui, então lá vai.

Vou começar com aquele exemplo clássico: o cara que está no site de relacionamentos com fotos de suas partes íntimas nada íntimas (gotgot), com o texto sacana e as idéias mais espertas. E, é claro, está à procura de seu grande amor e quer se livrar da vida leviana que leva. (wtf)
Aí, o nosso personagem principal foi visitá-lo só porque ele morava perto porque acredita no amor. O encontro (?) foi ridículo como ele preveu, e pro sexo só faltou alguns segundos a mais. Quando eu falo sexo, quero dizer o ato em si. Porque o resto... Mas não estranhem! Afinal, o pretendente queria se livrar da sua vida leviana! Ele nunca faria sexo no primeiro encontro! :D

O segundo é o pretendente pop-up. Surge do nada, quando você não quer, de uma forma que você não gosta e geralmente te faz uma oferta que você não quer aceitar.
Mas no fundo no fundo, você fica doido pra "clicar" nele.

Poderia citar mais uma dezena de outros personagens, desde o garoto solitário louco por sexo não seguro até o coroa-casado-que-gosta-de-viver-a-vida-da-esposa-de-vez-em-quando, mas não há tempo hábil e espaço pra isso. :P

O que posso concluir com isso tudo é que já ta perdendo a graça essa história de encontros frustrados, e eu não consigo parar de imaginar quando eu vou conhecer alguém normal.

Acho que vou parar de “criar” episódios novos pra esse seriado e abraçar uma nova empreitada: “As Entrevistas de Emprego Frustradas do Rodrigo”. Ah, mas elas primeiro precisam acontecer. Não quero fazer um seriado de ficção. :P

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Os Encontros Frustrados do Rodrigo

Recentemente andei pensando em vender os direitos autorais de certas experiências da minha vida, como forma de renda extra, "sabecumé"? Como não acontence nada muito interessante, a escolha óbvia foi os meus "encontros frustrados".

Vejam bem, seria uma série de boa trama. Tá certo que a onda agora é fazer seriados malucos sobre pessoas anormais que têm que salvar a Terra, mas também temos os seriados sobre a vida. Como por exemplo Gilmore Girls, Will and Grace... Tá, eles já terminaram, mas vocês entenderam.

Vamos as descrições. O personagem principal não precisa ser muito interessante: põe um ator bonito e desconhecido pra podermos dar chance aos novos talentos. E os seus pretendentes são os mais variados, dando novamente chance para os novos atores! Que maravilha. E pra não virar um seriado estritamente gay, o personagem principal é bissexual. E porque tá na moda também. Mas ele não é alternativo, porque ele se monta e não sai pra comprar pão vestido desse jeito.

Como episódio de estréia poderiamos ter algo como o perigo dos "sites de relacionamentos" (nada sobre violência, não no primeiro capítulo!). O nosso personagem principal conhece um partidão num desses sites e, bobo como ele é, inventa uma história de amor, romance e sexo tórrido - isso tudo porque ele não leu nas "estrelinhas". Trocam-se mensagens, e-mails e aqueles barulinhos chatos do msn. Até telefonemas são trocados, e nisso o nosso personagem principal está nas nuvens. Ou não.
Já que trocaram telefonemas, marcaram um encontro. O coração do nosso personagem principal estava a mil. O encontro rolou, as conversas rolaram, mas apesar dos pesares o primeiro pretendente teve que virar seu amigo, ele não queria comer o personagem principal. Então ele volta, faz sua refeição e literalmente flutua na faculdade.

O que acharam? Eu honestamente achei muito bom. Mas fica a dúvida: o seriado seria uma comédia romântica, um drama (dramalhão não, por favor), um besteirol ou um thriller violento e psicótico? Confesso que essa última opção me enche os olhos... Claro que teríamos vários outros episódios! Do jeito que a coisa anda, teremos história suficiente pra umas... 7 temporadas.

Mas acima de todas essas dúvidas, existe uma mais importante: "Pra qual companhia vender os direitos?"


ps: AH CACETE, AGORA ESSE BLOG VAI PRA FRENTE!